Vingança não: imposição de respeito!
POSTAGEM INICIAL EXPLICATIVA
Solitico a todos que tenham paciência e leiam até o final.
É de suma importância para a correta compreensão deste blog.
A humilhação de um homem;
A traição pesada uma amiga;
A marcação pessoal de alguém;
Um ex que faz de tudo pra aumentar seu sofrimento;
Insinuações incômodas direcionadas à nossa pessoa;
Atitudes não confiáveis de pessoas até então confiáveis;
Humilhações gratuitas por motivos não-explicados;
Perseguições feitas por pessoas invejosas;
Falta de respeito gratuitas;
Agressividades verbais/emocional direcionadas a inocentes;
comportamentos propositalmente prejudiciais direcionadas a inocentes;
Falsos amigos que tentam se aproveitar da bondade alheia;
A lista é extensa. Diariamente centenas de milhares de pessoas passam por situações constrangedoras, irritantes, desconcertantes, humilhantes e deprimentes. Existem duas situações por detrás disso. A primeira situação é: a pessoa deu motivos pra isso, e ela sabe disso. A segunda situação é: a pessoa não deu motivos pra isso, e ela não entende o porquê daquela outra pessoa fazer o que fez.
O primeiro caso dispensa comentários - afinal, quando se dá motivos deve-se estar preparado para arcar com as consequências. Agora no segundo caso, nos deparamos com uma situação que muitas vezes tira a pessoa do sério (mesmo que ela não demonstre).
Quando sofremos por causa de outra pessoa (amigo, familia, namorado, pessoa desconhecida, etc) sem termos dado motivos pra isso, nos sentimos emocionalmente abalados. Aí caímos novamente em duas hipóteses:
1. Esse abalo dura pouco tempo (horas, dias), e posteriormente a "vítima" esquece o fato e nas poucas vezes que se lembra do acontecido ela não se sente abalada ou ferida;
2. Esse abalo dura permanentemente, e geralmente a vítima tem - contra a vontade dela - lembranças contínuas do fato em si, acompanhadas de sensações horríveis (raiva, humilhação, indignação, revolta) seguidas de um abalo muito grande na auto-estima da pessoa.
Inclusive, dependendo do grau ou do nível da raiva/humilhação/injustiça que a pessoa sofre, ela pode ficar emocionalmente abalada durante meses - até mesmo anos. A pessoa fica com aquela sensação entalada na garganta como se tivesse deixado para trás "alguma coisa mal-resolvida" na sua vida.
Durante muito tempo eu estudei, analise, trabalhei (mentalmente falando), observei, ouvi, e após muito tempo (e após observar os resultados de determinados comportamentos - durante anos a fio) eu cheguei a algumas conclusões:
Uma delas, é que muitas vezes, após uma humilhação gratuita, a pessoa deseja fazer algo que a faça se sentir bem novamente perante aquela pessoa (ou aquela situação) que a fez se sentir mal. Ela deseja apenas recuperar sua moral e sua auto-estim. Porém, pelo fato de não saber se expressar direito na hora de explicar isso, muitas vezes a pessoa acaba usando o termo "vingança", e acabam assim passando uma imagem errada daquilo que ela realmente deseja - pois vingança é diferente de imposição de respeito, explicarei mais adiante. A palavra "vingança" é um termo que muitas pessoas - que foram vítimas de injustiça - utilizam de forma inequivocada, e quando essas pessoas (por não saber o que dizer) dizem que vão "se vingar", elas acabam abrindo uma série de brechas para as outras pessoas dizerem que elas vão se dar mal, que elas devem perdoar, que a gente colhe o que planta, que se elas se vingarem elas vão estar se igualando ao seu agressor, que elas "precisam" perdoar o agressor e seguir adiante com suas vidas, que elas não podem tomar quaisquer atitudes, e por aí vai...
Como resultado, isso muitas vezes acaba gerando uma frustração dentro da pessoa, que acaba acreditando que o melhor realmente é "perdoar e seguir adiante", e assim ela acaba deixando de lado quaisquer planos direcionados à recuperação da sua auto-estima. E em consequência disso ela continua sendo humilhada por aquele ex cada vez que encontra com ele na rua, ela continua sendo alvo de indiretas daquela amiga falsa cada vez que encontra com ela na padaria, ela continua sendo vítima de chacota e humilhação daquele grupo de pessoas que adoram tirar os outros do sério, e cada vez que isso acontece ela se cala e segue adiante sem fazer nada e sem impor moral perante aquelas pessoas que a fazem se sentir mal, pois pessoas ignorantes (e hipócritas, que não seguem seus próprios conselhos) convenceram essa vítima de que ela deve relevar tudo em nome da paz e em nome do perdão, e deve seguir adiante sem olhar para trás.
Porém ao mesmo tempo que essa pessoa, a vítima, sente mal em fazer qualquer coisa contra seu ofensor (pois convenceram-na de que isso é errado), ela também se sente mal por ficar de braços cruzados perante alguém que lhe fez mal - e às vezes continua lhe fazendo mal. Ela se sente como se estivesse aprovando o comportamento malicioso daquela pessoa que fez mal a ela.
Assim, essa pobre vítima continua se sentindo abalada, continua indignada, continua inconformada, continua revoltada, continua triste, continua com a auto-estima destruída, continua sendo vítima daqueles que lhe fazem mal, mas decide não fazer nada contra essas pessoas pois ela aprendeu que precisa "perdoar e seguir adiante". E elas seguem adiante, porém ainda sofrendo e ainda inconformadas. Mas na falta de um conselho sincero e decente, elas se rendem aos conselhos daqueles que não têm capacidade de aconselhar nem mesmo a própria sombra. E no final elas acabam sendo as únicas prejudicadas por isso.
A outra conclusão que eu cheguei é que existe um equívoco (ou uma hipocrisia) muito grande por detrás dessas pessoas (que criticam aqueles que buscam justiça, convencendo-os a "perdoar e seguir adiante"). Pois as pessoas que criticam e condenam as vítimas que buscam justiça são as pessoas que menos "deixam barato" quando alguém pisa em seus calos. Portanto elas possuem aquela velha filosofia de vida "faça o que eu falo mas não faça o que eu faço".
Quando uma pessoa hipócrita dessas "dá o troco" em alguém, ela acredita piamente que "não está fazendo nada de errado". Mas quando outras pessoas (vítimas de injustiças) "dão o troco" em alguém, esses mesmos hipócritas dizem em alto e bom som que essa vítimas estão sendo vingativas e que isso é errado!
Se a pessoa (a vítima) tentar explicar pro hipócrita que ela foi - por exemplo - humilhada, que ela foi prejudicada de graça, e que aquela "lavada na cara" que ela deu naquela amiga no meio da praça de alimentação de um shopping lotado, foi simplesmente uma descarga de adrenalina de algo que estava há mto tempo entalado em sua garganta... se ela tentar explicar isso, o hipócrita vai dizer a ela que não importa, que ela estava errada e que ela não poderia ter feito isso. Que ela teria que ter perdoado aquela pessoa e que ela jamais poderia ter feito nada pra prejudicar ou ofender aquela pessoa. Mas essa mesma pessoa que diz isso (o hipócrita) se estivesse no lugar dessa vítima teria feito algo muito pior, muito mais maquiavélico, muito mais constrangedor e muito mais devastador. Sim, teria!
Mas na cabeça de uma pessoa dessas (moralista e hipócrita) funciona a seguinte idéia:
"Quando EU faço, eu estou sendo natural. Quando ELES fazem, eles estão sendo vingativos!"
"EU estou certo e ELES estão errados. "
"Eu posso! Os outros não! E ponto final, não se fala mais nisso!"
Infelizmente essa é a realidade que ronda a vida de muitos nós. Esse é o tipo de pessoa que nos cerca a todo momento: pessoas que nos aconselham a fazer algo que elas jamais fariam se estivessem no nosso lugar. Pessoas que não tem condições de dar conselhos a ninguém, pessoas desprovidas de altruísmo, pessoas incapazes de se colocar no lugar do próximo, mas se sentem capazes em dizer o que a pessoa não deve jamais fazer. Pessoas que colocam um falso-moralismo à frente das reais necessidades daqueles que buscam por um conselho saudável e sincero.
Às vezes eu tenho a impressão de que algumas dessas pessoas tem medo de ver as pessoas se tornarem mais fortes, e é por isso que elas tentam convencê-los a se tornarem "fracos" perante aqueles que não as respeitam. E sinceramente: do jeito que a humanidade é, pouco me admiraria se isso fosse verdade. Ou talvez elas sejam simplesmente hipócritas mesmo, como o são boa parte das pessoas que nós conhecemos durante toda a nossa vida.
A DIFERENÇA ENTRE "SE VINGAR" E "SE IMPOR"
A diferença básica entre se vingar e impor respeito é a seguinte:
Na vingança, a pessoa (no caso, a vítima) faz de tudo pra destruir a vida de quem lhe fez mal, ultrapassando inclusive limites que vão além do seu próprio objeto de vingança em si. Na vingança, a pessoa não tem limites. Na vingança, o objetivo da vítima é DESTRUIR a vida de quem lhe fez mal. O objetivo é destruir, sem quaisquer ponderações (família, trabalho, amigos, reputação, nada escapa da vingança).
Já na imposição de respeito (que muitas pessoas confundem erroneamente com "vingança"), a vítima em si não quer destruir a vida de quem lhe fez mal. A vítima não quer prejudicar o trabalho da pessoa, não quer prejudicar a reputação da pessoa, não quer prejudicar a união familiar da pessoa, ela não quer nada disso. Ela quer simplesmente fazer (ou falar) algo que deixe claro para aquela pessoa (que a prejudicou) que ela não é nenhum capacho, que ela não é alguém que pode ser pisada e humilhada à revelia, que ela não é alguém ao qual as pessoas podem fazer o que bem desejarem da forma que desejarem e no final sairão ilesas. Ela quer mostrar que ela é um ser humano que merece respeito, e que se alguém quiser ultrapassar essa linha da falta de respeito tudo bem pode até ultrapassar, mas essa atitude vai gerar resultados desfavoráveis ao agressor. E que isso não significa que você seja uma pessoa encrenqueira ou rancorosa, mas sim que você é uma pessoa que não se deixa ao chão para que outros pisem em cima.
Se você for pisado uma vez e não reagir, você vai ser pisado pro resto da vida, pois pessoas assim não tem noção de respeito pelo próximo. E vão acontecer várias vezes de pessoas (hipócritas) chegarem até você tentando te convencer a "nunca fazer nada" contra essa pessoa que te pisou (essa era a principal reclamação que eu tinha, quando as pessoas vinham até mim pedir conselhos. Eu ouvi dezenas de vezes a mesma reclamação = "...mas todo mundo me disse que eu não posso fazer isso, eu fui pedir conselhos e todo mundo me julgou, disseram que eu tenho que perdoar e seguir adiante, se eu fizer algumas coisa contra a pessoa eu ainda vou ficar como a ruim da história e eu não quero isso..."). Muitas pessoas, muitas mesmo, vão tentar te convencer a não fazer nada, vão tentar te convencer que você não deve nem mesmo se defender, e vão inclusive tentar te convencer que se você fizer alguma coisa, qualquer coisa (até mesmo se proteger verbalmente) você vai estar sendo pior do que aquela pessoa que te prejudicou. Na cabeça dessas pessoas (em sua grande maioria alienadas, hipócritas ou ignorantes) qualquer 'reação auto-protetiva por parte do ofendido' é sinônimo de vingança. E por causa disso elas se recusam a sequer analisar qualquer outra explicação que fuja a essa regra.
Quando uma pessoa dessas vier até você dizendo que você não deve fazer nada contra seu agressor/ofensor e que você deve "perdoá-lo" e seguir adiante, meu conselho é: NÃO CAIA NESSA!
Primeiro: porquê o caso aqui não é de perdoar ou não perdoar, e sim de impor respeito com quem te ofendeu.
Segundo: porquê fazer uma coisa que te faça parecer santa aos olhos dos outros não vai resolver seus problemas, tampouco vai te livrar das lembranças (ou das pessoas) que te fizeram mal.
Terceiro: porquê se você não tiver como propósito "destruir a vida da pessoa" que te fez mal, então você não vai estar se vingando. Você vai estar apenas exigindo o respeito que todo ser humano deve ter (ou pelo menos deveria).
Quarto: porque TODAS as pessoas que eu conheci na minha vida que ficavam dizendo coisas como "...perdoe fulano, não fale nada para beltrano, não tome nenhuma atitude contra citrano, apenas perdoe ele e siga adianta com sua vida..." eram SEMPRE pessoas extremamente egocêntricas e vingativas (sim, vingativas!) que jamais deixavam barato as pisada de bola que faziam com elas. Se existe uma única pessoa que não se encaixa nessa descrição, por favor me apresentem. Pois em toda minha vida eu nunca conheci uma sequer pra contar história! Toda pessoa que eu conheci metida a dar lição de moral demais sobre perdão e afins, eram as pessoas que menos possuiam capacidade de perdoar. Portanto, jamais siga o conselho de uma pessoa incapaz de ouvir a própria voz.
Uma pessoa que não sabe a diferença entre vingança e auto-respeito é uma pessoa incapacitada de dar conselhos a respeito desse assunto. Se uma pessoa dessas atravessar o seu caminho, feche as portas para ela. Acredite em mim: o crime não compensa!
RESUMO - E CONCLUSÃO
Em resumo, onde eu quero chegar é: apesar de muitas vezes s pessoas ofendidas usarem erroneamente o termo "vingança", o que eu percebo que é várias pessoas não desejam de fato se vingar de ninguém. Elas desejam apenas fazer justiça para que não sejam emocionalmente lesadas novamente (o que é absolutamente diferente de se vingar). E várias dessas pessoas, por não saberem se expressar, acabam sendo covardemente insultadas, criticadas e discriminadas quando vão pedir conselhos para pessoas que não possuem a capacidade de entender a diferença entre ambas as coisas (vingança e justiça). E muitas vezes (muitas mesmo) essas vítimas acabam desistindo de recuperar o respeito perdido, em decorrência de conselhos de pessoas que dão a entender que qualquer coisa que elas fizerem (por mínima que seja) vai esta fazendo delas uma pessoa pior do que aquela que as prejudicou. E elas, em sua fraqueza momentânea (pois estão frágeis e confusas), acabam cedendo aos conselhos dos supostos moralistas radicais, e acabam carregando essa culpa dentro de si (culpa de não ter recuperado o respeito próprio) pro resto da vida.
Os supostos moralistas radicais não acreditam naquilo que eles mesmos pregam. A prova disso: quando pisados, eles são as primeiras pessoas a tomarem atitudes (geralmente extremas) para "colocar o ofensor de volta no lugar dele". Todos os moralistas radicais que eu conheci na minha vida eram assim. Todos mesmo, sem exceção alguma! Radicais seguidores da triste ideologia "faça o que eu falo mas não faça o que eu faço". Não é sábio seguir conselhos de pessoas que seguem tal linha de pensamento. E se vocês se sentirem mal (igual vários aconselhados por mim já se sentiram) quando uma pessoa dessas disser que você está errado em buscar justiça, lembre-se de uma única coisa: é impossível para uma pessoa compreender algo que está além do seu alcance de compreensão. Pessoas moralistas, radicais e egoístas (que é o contrário de altruísta) jamais vão compreender suas reais intenções por detrás daquilo que elas chamam ignorantemente de "vingança", pois a própria natureza delas as impede de realiza tal façanha.
Não fiquem indignados (igual eu já vi várias pessoas ficarem), não fiquem nervosos (pensando coisas do tipo "pra ela é fácil falar, ela não sabe o que eu passei e o que eu passo até hoje") nem tente fazê-las entender o seu ponto de vista (pois elas nunca entenderão, a mente delas é limitada). Apenas as ignore e siga adiante com seu objetivo de recuperar o respeito perdido. E não se sinta mal por isso: essas pessoas que te criticam, estariam fazendo coisas muito piores do que você se estivessem no seu lugar. Você sabe disso tanto quanto eu.
Seguir à risca a idéia de "não importa o que façam com você, você deve sempre por uma pedra em cima e seguir adiante" é a maior receita de fracasso que existe. Eu digo por experiência própria: durante 25 anos eu pus uma pedra em cima de todas as pessoas más/invejosas/cruéis/ que atravessaram meu caminho. E durante 20 e poucos anos eu fui tachada de "boba, ingênua, lerda, burra", e muitas vezes eu era tachada disso pelas próprias pessoas que eu havia perdoado (e muitas delas me prejudicaram profundamente! Numa das vezes eu fiquei 3 meses em depressão de tão grande que foi o choque que a pessoa me causou). Eu fazia assim: eu colocava uma pedra em cima hoje, aí amanhã a mesma pessoa ía lá e cometia exatamente a mesma falha comigo. Aí eu perdoava, colocava uma pedra em cima, e no outro dia a coisa se repetia. Um dia (me lembro desse dia como se fosse ontem) eu acordei e entendi que minha compreensividade excessiva estava sendo a minha própria condenação, e eu mudei na mesma hora o meu comportamento e passei a não aceitar mais certas coisas, e passei a fazer algo que eu nunca na vida tinha feito (pois haviam me convencido que isso era errado): eu passei a "reagir" perante situações às quais eu era marcada/perseguida/injustiçada sem ter dado motivos pra isso. Sim, eu passei a reagir! E a partir daí eu nunca mais tive problemas com esse tipo de pessoa. Pois aqueles que antes me tinham como uma boba, ingênua e lerda, passaram a me respeitar do dia pra noite. E foi quando eu entendi a falsidade por detrás desses ensinamentos (de pessoas que nos convencem a jamais ter qualquer reação contra quem nos fez mal pois isso "é errado", que devemos sempre perdoar e seguir adiante). Durante anos eu perdoei e segui adiante, e foram os anos mais humilhantes da minha vida, ao qual as pessoas não me respeitavam e faziam o que queriam pois elas sabiam que independente do grau do erro, eu sempre perdoaria e colocaria uma pedra em cima. Isso é o maior erro que uma pessoa pode cometer na vida dela, e hoje eu ensino as pessoas a não cometerem o mesmo erro que eu cometi 'em nome da paz e do perdão' durante anos a fio.
Existem coisas que são muito bonitas na teoria. Mas na prática são um desastre.
E desde então eu passei a ensinar isso para boa parte das pessoas que eu conheço que sofriam do mesmo mal que eu (perdoavam excessivamente achando que estavam fazendo um bem maior a todos, e no final acabavam sempre sendo pisadas e humilhadas). Após mudarem seus comportamentos e suas atitudes, todas essas pessoas recuperaram sua auto-estima (que muitas vezes era abaladíssima), recuperaram sua auto-confiança, passaram a ser respeitadas, não passaram mais por determinados constrangimentos, e o mais importante: fizeram tudo isso sem precisarem sequer precisar pensar na palavra "vingança".
Portanto, não deixem de seguir a voz de seu coração para seguir a voz de pessoas que não sabem o que dizem. Eu sempre fui contra a vingança em si - a verdadeira e pura vingança - e continuarei sendo. Mas sou totalmente a favor de justiça, e dessa eu não abro mão. E não aconselho ninguém a abrir mão dela, pois quem o fizer será impiedosamente crucificado.

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